Catedral & Você

16/01/2018 0 Comentários 5905 views

A Jornada Mundial da Juventude, que aconteceu no Rio de Janeiro, em 2013, deixou muitas marcas nos corações dos brasileiros, de todos os que participaram do evento e, até mesmo,...
Leia mais

15/01/2018 0 Comentários 388 views

Neste oitavo dia de Trezena, 14 de janeiro, foi a vez dos Vicariatos Episcopais Oeste e Santa Cruz recepcionarem o padroeiro que superou tudo com amor. A chegada da Imagem...
Leia mais

15/01/2018 0 Comentários 94 views

  O ano de 2018 já terá início com o Curso de Filosofia e Teologia nas Férias de Verão para leigos, uma parceria entre o Seminário Arquidiocesano de São José...
Leia mais

05/01/2018 0 Comentários 862 views

A partir do dia 7 de janeiro, os fiéis da Arquidiocese do Rio de Janeiro são convidados a viver, durante 13 dias, momentos de fé, devoção e unidade, com a...
Leia mais

05/01/2018 0 Comentários 555 views

O início de um novo ano é marcado, na Arquidiocese do Rio, pela Trezena de São Sebastião. Este ano, ela terá como tema: “São Sebastião superou tudo com amor”, e...
Leia mais

03/01/2018 0 Comentários 456 views

É tempo de celebrar uma nova JMJ. Já se vão cinco anos desde a JMJ Rio 2013. Fomos a Cracóvia e, daqui a um ano, será o momento de nos...
Leia mais

02/01/2018 0 Comentários 321 views

1  A imagem de Nossa Senhora de Fátima que está até hoje na Rádio Catedral veio direto de Portugal; 2  A Rádio Catedral foi inaugurada no dia 8 de dezembro...
Leia mais

29/12/2017 0 Comentários 694 views

“A Providência divina sempre nos precede. Ela já decidiu onde será a próxima etapa desta grande peregrinação iniciada, em 1985, por São João Paulo II! Por isso, é com alegria...
Leia mais

28/12/2017 0 Comentários 766 views

“Migrantes e refugiados: homens e mulheres em busca de paz” é o tema da Mensagem do Santo Padre para o Dia Mundial da Paz, a ser celebrado em 1° de janeiro de 2018. Eis a íntegra do texto:

“MIGRANTES E REFUGIADOS: HOMENS E MULHERES EM BUSCA DE PAZ

1.     Votos de paz

Paz a todas as pessoas e a todas as nações da terra! A paz, que os anjos anunciam aos pastores na noite de Natal,[1] é uma aspiração profunda de todas as pessoas e de todos os povos, sobretudo de quantos padecem mais duramente pela sua falta. Dentre estes, que trago presente nos meus pensamentos e na minha oração, quero recordar de novo os mais de 250 milhões de migrantes no mundo, dos quais 22 milhões e meio são refugiados. Estes últimos, como afirmou o meu amado predecessor Bento XVI, «são homens e mulheres, crianças, jovens e idosos que procuram um lugar onde viver em paz».[2] E, para o encontrar, muitos deles estão prontos a arriscar a vida numa viagem que se revela, em grande parte dos casos, longa e perigosa, a sujeitar-se a fadigas e sofrimentos, a enfrentar arames farpados e muros erguidos para os manter longe da meta.

Com espírito de misericórdia, abraçamos todos aqueles que fogem da guerra e da fome ou se veem constrangidos a deixar a própria terra por causa de discriminações, perseguições, pobreza e degradação ambiental.

Estamos cientes de que não basta abrir os nossos corações ao sofrimento dos outros. Há muito que fazer antes de os nossos irmãos e irmãs poderem voltar a viver em paz numa casa segura. Acolher o outro requer um compromisso concreto, uma corrente de apoios e beneficência, uma atenção vigilante e abrangente, a gestão responsável de novas situações complexas que às vezes se vêm juntar a outros problemas já existentes em grande número, bem como recursos que são sempre limitados. Praticando a virtude da prudência, os governantes saberão acolher, promover, proteger e integrar, estabelecendo medidas práticas, «nos limites consentidos pelo bem da própria comunidade retamente entendido, [para] lhes favorecer a integração»[3]. Os governantes têm uma responsabilidade precisa para com as próprias comunidades, devendo assegurar os seus justos direitos e desenvolvimento harmónico, para não serem como o construtor insensato que fez mal os cálculos e não conseguiu completar a torre que começara a construir.[4]

2.     Porque há tantos refugiados e migrantes?

Na mensagem para idêntica ocorrência no Grande Jubileu pelos 2000 anos do anúncio de paz dos anjos em Belém, São João Paulo II incluiu o número crescente de refugiados entre os efeitos de «uma sequência infinda e horrenda de guerras, conflitos, genocídios, “limpezas étnicas”»[5] que caraterizaram o século XX. E até agora, infelizmente, o novo século não registou uma verdadeira viragem: os conflitos armados e as outras formas de violência organizada continuam a provocar deslocações de populações no interior das fronteiras nacionais e para além delas.

Todavia as pessoas migram também por outras razões, sendo a primeira delas «o desejo de uma vida melhor, unido muitas vezes ao intento de deixar para trás o “desespero” de um futuro impossível de construir».[6] As pessoas partem para se juntar à própria família, para encontrar oportunidades de trabalho ou de instrução: quem não pode gozar destes direitos, não vive em paz. Além disso, como sublinhei na Encíclica Laudato si’, «é trágico o aumento de migrantes em fuga da miséria agravada pela degradação ambiental».[7]

A maioria migra seguindo um percurso legal, mas há quem tome outros caminhos, sobretudo por causa do desespero, quando a pátria não lhes oferece segurança nem oportunidades, e todas as vias legais parecem impraticáveis, bloqueadas ou demasiado lentas.

Em muitos países de destino, generalizou-se largamente uma retórica que enfatiza os riscos para a segurança nacional ou o peso do acolhimento dos recém-chegados, desprezando assim a dignidade humana que se deve reconhecer a todos, enquanto filhos e filhas de Deus. Quem fomenta o medo contra os migrantes, talvez com fins políticos, em vez de construir a paz, semeia violência, discriminação racial e xenofobia, que são fonte de grande preocupação para quantos têm a peito a tutela de todos os seres humanos.[8]

Todos os elementos à disposição da comunidade internacional indicam que as migrações globais continuarão a marcar o nosso futuro. Alguns consideram-nas uma ameaça. Eu, pelo contrário, convido-vos a vê-las com um olhar repleto de confiança, como oportunidade para construir um futuro de paz.

3.     Com olhar contemplativo

A sabedoria da fé nutre este olhar, capaz de intuir que todos pertencemos «a uma só família, migrantes e populações locais que os recebem, e todos têm o mesmo direito de usufruir dos bens da terra, cujo destino é universal, como ensina a doutrina social da Igreja. Aqui encontram fundamento a solidariedade e a partilha».[9] Estas palavras propõem-nos a imagem da nova Jerusalém. O livro do profeta Isaías (cap. 60) e, em seguida, o Apocalipse (cap. 21) descrevem-na como uma cidade com as portas sempre abertas, para deixar entrar gente de todas as nações, que a admira e enche de riquezas. A paz é o soberano que a guia, e a justiça o princípio que governa a convivência dentro dela.

Precisamos de lançar, também sobre a cidade onde vivemos, este olhar contemplativo, «isto é, um olhar de fé que descubra Deus que habita nas suas casas, nas suas ruas, nas suas praças (…), promovendo a solidariedade, a fraternidade, o desejo de bem, de verdade, de justiça»,[10] por outras palavras, realizando a promessa da paz.

Detendo-se sobre os migrantes e os refugiados, este olhar saberá descobrir que eles não chegam de mãos vazias: trazem uma bagagem feita de coragem, capacidades, energias e aspirações, para além dos tesouros das suas culturas nativas, e deste modo enriquecem a vida das nações que os acolhem. Saberá vislumbrar também a criatividade, a tenacidade e o espírito de sacrifício de inúmeras pessoas, famílias e comunidades que, em todas as partes do mundo, abrem a porta e o coração a migrantes e refugiados, inclusive onde não abundam os recursos.

Este olhar contemplativo saberá, enfim, guiar o discernimento dos responsáveis governamentais, de modo a impelir as políticas de acolhimento até ao máximo dos «limites consentidos pelo bem da própria comunidade retamente entendido»,[11] isto é, tomando em consideração as exigências de todos os membros da única família humana e o bem de cada um deles.

Quem estiver animado por este olhar será capaz de reconhecer os rebentos de paz que já estão a despontar e cuidará do seu crescimento. Transformará assim em canteiros de paz as nossas cidades, frequentemente divididas e polarizadas por conflitos que se referem precisamente à presença de migrantes e refugiados.

4.     Quatro pedras miliárias para a ação

Oferecer a requerentes de asilo, refugiados, migrantes e vítimas de tráfico humano uma possibilidade de encontrar aquela paz que andam à procura, exige uma estratégia que combine quatro ações: acolher, proteger, promover e integrar.[12]

«Acolher» faz apelo à exigência de ampliar as possibilidades de entrada legal, de não repelir refugiados e migrantes para lugares onde os aguardam perseguições e violências, e de equilibrar a preocupação pela segurança nacional com a tutela dos direitos humanos fundamentais. Recorda-nos a Sagrada Escritura: «Não vos esqueçais da hospitalidade, pois, graças a ela, alguns, sem o saberem, hospedaram anjos».[13]

«Proteger» lembra o dever de reconhecer e tutelar a dignidade inviolável daqueles que fogem dum perigo real em busca de asilo e segurança, de impedir a sua exploração. Penso de modo particular nas mulheres e nas crianças que se encontram em situações onde estão mais expostas aos riscos e aos abusos que chegam até ao ponto de as tornar escravas. Deus não discrimina: «O Senhor protege os que vivem em terra estranha e ampara o órfão e a viúva».[14]

«Promover» alude ao apoio para o desenvolvimento humano integral de migrantes e refugiados. Dentre os numerosos instrumentos que podem ajudar nesta tarefa, desejo sublinhar a importância de assegurar às crianças e aos jovens o acesso a todos os níveis de instrução: deste modo poderão não só cultivar e fazer frutificar as suas capacidades, mas estarão em melhores condições também para ir ao encontro dos outros, cultivando um espírito de diálogo e não de fechamento ou de conflito. A Bíblia ensina que Deus «ama o estrangeiro e dá-lhe pão e vestuário»; daí a exortação: «Amarás o estrangeiro, porque foste estrangeiro na terra do Egito».[15]

Por fim, «integrar» significa permitir que refugiados e migrantes participem plenamente na vida da sociedade que os acolhe, numa dinâmica de mútuo enriquecimento e fecunda colaboração na promoção do desenvolvimento humano integral das comunidades locais. «Portanto – como escreve São Paulo – já não sois estrangeiros nem imigrantes, mas sois concidadãos dos santos e membros da casa de Deus».[16]

5.     Uma proposta para dois Pactos internacionais

Almejo do fundo do coração que seja este espírito a animar o processo que, no decurso de 2018, levará à definição e aprovação por parte das Nações Unidas de dois pactos globais: um para migrações seguras, ordenadas e regulares, outro referido aos refugiados. Enquanto acordos partilhados a nível global, estes pactos representarão um quadro de referência para propostas políticas e medidas práticas. Por isso, é importante que sejam inspirados por sentimentos de compaixão, clarividência e coragem, de modo a aproveitar todas as ocasiões para fazer avançar a construção da paz: só assim o necessário realismo da política internacional não se tornará uma capitulação ao cinismo e à globalização da indiferença.

De facto, o diálogo e a coordenação constituem uma necessidade e um dever próprio da comunidade internacional. Mais além das fronteiras nacionais, é possível também que países menos ricos possam acolher um número maior de refugiados ou acolhê-los melhor, se a cooperação internacional lhes disponibilizar os fundos necessários.

A Secção Migrantes e Refugiados do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral sugeriu 20 pontos de ação[17] como pistas concretas para a implementação dos supramencionados quatro verbos nas políticas públicas e também na conduta e ação das comunidades cristãs. Estas e outras contribuições pretendem expressar o interesse da Igreja Católica pelo processo que levará à adoção dos referidos pactos globais das Nações Unidas. Um tal interesse confirma uma vez mais a solicitude pastoral que nasceu com a Igreja e tem continuado em muitas das suas obras até aos nossos dias.

6.     Em prol da nossa casa comum

Inspiram-nos as palavras de São João Paulo II: «Se o “sonho” de um mundo em paz é partilhado por tantas pessoas, se se valoriza o contributo dos migrantes e dos refugiados, a humanidade pode tornar-se sempre mais família de todos e a nossa terra uma real “casa comum”».[18] Ao longo da história, muitos acreditaram neste «sonho» e as suas realizações testemunham que não se trata duma utopia irrealizável.

Entre eles conta-se Santa Francisca Xavier Cabrini, cujo centenário do nascimento para o Céu ocorre em 2017. Hoje, dia 13 de novembro, muitas comunidades eclesiais celebram a sua memória. Esta pequena grande mulher, que consagrou a sua vida ao serviço dos migrantes tornando-se depois a sua Padroeira celeste, ensinou-nos como podemos acolher, proteger, promover e integrar estes nossos irmãos e irmãs. Pela sua intercessão, que o Senhor nos conceda a todos fazer a experiência de que «o fruto da justiça é semeado em paz por aqueles que praticam a paz».[19]

Vaticano, 13 de novembro – Memória de Santa Francisca Xavier Cabrini, Padroeira dos migrantes – de 2017.

Franciscus

 

______________________________

[1] Cf. Evangelho de Lucas 2, 14.

[2] Alocução do Angelus (15/I/2012).

[3] João XXIII, Carta enc. Pacem in terris, 106.

[4] Cf. Evangelho de Lucas 14, 28-30.

[5] Mensagem para o Dia Mundial da Paz de 2000, 3.

[6] Bento XVI, Mensagem para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado de 2013.

[7] N.º 25.

[8] Cf. Francisco, Discurso aos Diretores nacionais da Pastoral dos Migrantes, participantes no Encontro promovido pelo Conselho das Conferências Episcopais da Europa (22/IX/2017).

[9] Bento XVI, Mensagem para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado de 2011.

[10] Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 71.

[11] João XXIII, Carta enc. Pacem in terris, 106.

[12] Francisco, Mensagem para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado de 2018, (15/VIII/2017).

[13] Carta aos Hebreus 13, 2.

[14] Salmo 146, 9.

[15] Livro do Deuteronómio 10, 18-19.

[16] Carta aos Efésios 2, 19.

[17] «20 Pontos de Ação Pastoral» e «20 Pontos de Ação para os Pactos Globais» (2017). Cf. também Documento ONU A/72/528.

[18] Mensagem para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado de 2004, 6.

[19] Carta de Tiago 3, 18.

Rádio Vaticano 

Leia mais

26/12/2017 0 Comentários 1611 views

 

1º dia

7 de janeiro – domingo 

9h – Missa (abertura da Trezena de São Sebastião) no Santuário Basílica de São Sebastião, na Tijuca

11h – Visita ao Hospital Mário Kroeff

12h30 – Visita ao Cacique de Ramos – (almoço)

14h30 – Visita à Paróquia Jesus Ressuscitado, Travessa da Amizade, 168, na Vila da Penha

16h – Visita à Paróquia São Sebastião, em Quintino

17h30 – Visita à Paróquia Imaculada Conceição e São Sebastião, no Engenho de Dentro

19h – Visita à Cidade do Samba

2º dia

8 de janeiro – segunda-feira

8h15 – Visita ao Hospital Central do Exército, em Benfica

10h – Missa – Cidade da Polícia

11h30 – Visita à Capela São Sebastião, Av. Dom Helder Câmara, 3.811, em Del Castilho

12h30 – Visita à Paróquia São Benedito, Av. Dom Helder Câmara, 6.653, em Pilares – (almoço)

14h – Visita ao Into

15h – Terço da Misericórdia no Cemitério dos Padres – Caju (Oração pelos padres falecidos com presença de familiares e amigos)

16h – Visita à Casa de Idosos Socorrinho, no Caju

17h – Visita à Casa São Luiz para a Velhice, no Caju

17h30 – Oração na Capela São Sebastião, no Caju

18h30 – Museu de Belas Artes, no Centro

3º dia

9 de janeiro – terça-feira

8h – Missa – Irmãs Clarissas – Mosteiro de Nossa Senhora dos Anjos, Rua Jequitibá, 41, no Jardim Botânico

10h – Visita ao asilo Lopes Quintas

11h – Visita à Rede Globo de Televisão

13h – Paróquia São José, na Lagoa – (almoço)

15h – Visita à sede da Band, em Botafogo

16h – Visita às capelas dos morros Pavão-Pavãozinho e Cantagalo

17h30 – Chegada à Cruzada São Sebastião

18h – Missa na Cruzada São Sebastião

4º dia

10 de janeiro – quarta- feira

7h45 – Saída da Catedral

8h45 – Visita ao Hospital Federal de Bonsucesso

10h30 – Visita ao Instituto de Pediatria

11h10 – Visita ao Hospital Universitário Clementino Fraga Filho

12h – Paróquia Nossa Senhora Aparecida – (almoço)

14h – Visita ao HFAG

14h30 – Visita à Casa Gerontológica

15h20 – Visita ao Centro de Socioeducação Dom Bosco (Degase)

16h – Visita ao Centro de Socioeducação Prof. Antonio Carlos Gomes da Costa (Degase)

17h – Visita à Escola João Luiz Alves (Degase)

18h – Visita à Capela São Sebastião e São Pedro (Tubiacanga)

19h – Missa na Paróquia São Sebastião, no Cocotá

5º dia

11 de janeiro – quinta-feira 

8h – Saída da Catedral

8h30 – Visita ao Hospital da Gamboa

10h – Visita ao Núcleo de Polícia Marítima da Polícia Federal

11h – Visita à Santa Casa de Misericórdia

13h – Visita ao Edifício João Paulo II – (almoço)

15h – Chegada no 1º DN (para embarque na Ilha de Paquetá)

15h30 – Início do deslocamento para a Ilha de Paquetá e homenagem (na altura da Praia do Flamengo) aos portugueses, índios e franceses mortos. Missa na ilha.

6º dia

12 de janeiro – sexta-feira

7h20 – Saída da Catedral

8h15 – Visita ao Hospital Naval Nossa Senhora da Glória, na Tijuca

9h30 – Visita ao Inca

11h – Visita ao Hospital Souza Aguiar

11h45 – Visita à Associação Beneficente São Martinho, Rua do Riachuelo, 7, na Lapa

12h15 – Visita na Catedral – (almoço)

14h30 – Visita ao Presídio Ary Franco, em Água Santa

16h30 – Visita à Capela São Sebastião,  Rua São Sebastião, 558, em Inhaúma

17h30 – Visita à Capela São Sebastião, em Madureira

18h30 – Missa na Paróquia de São Sebastião, em Bento Ribeiro

7º dia

13 de janeiro – sábado

9h – Missa Rio Celebra – Paróquia São Sebastião, Av. Duque de Caxias, 760, na Vila Militar

11h – Capela São Sebastião – Estrada de Sepetiba, Qd. 18 Lt 1, em Nova Sepetiba

12h – Visita à Paróquia São Pedro Apóstolo, Rua Belchior da Fonseca, 301, em Pedra de Guaratiba – (almoço)

14h – Visita à Capela São Sebastião, Rua Uiraponga, 3710, Jardim Maravilha, em  Guaratiba

15h20 – Visita à Capela São Sebastião, Rua Joaquim Ribeiro, 21, Cantagalo, em Guaratiba

16h20 – Visita à Capela São Sebastião do Sagrado Coração de Jesus, Estrada dos Cablocos, S/n, Bairro São Sebastião, Campo Grande

17h – Visita à Capela São Sebastião, Rua Mangueiral, 52, Campo Grande (próxima ao Ginásio Miécimo da Silva)

18h30 – Visita à Capela Sant’Ana e São Sebastião, Estrada da Ilha, 4495, em Guaratiba

8º dia

14 de janeiro – domingo

A imagem sai em carro fechado com Dom Orani

9h – Missa na Paróquia São Sebastião e Santa Cecília, Praça da Fé, em Bangu

10h30 – Missa e visita na Capela de São Sebastião, Rua Teixeira Campos, 205, em Santíssimo

12h30 – Visita à Capela São Sebastião, na Rua do Papagaio, 23, em Inhoaíba – (almoço)

14h – Visita à Capela São Sebastião, na Rua Pedro Pinto, 9 – Vila Geni, em Paciência

14h45 – Visita à Capela São Sebastião e Nossa Senhora das Dores, Travessa Trancredo Neves, 9,  Barro  Vermelho, em Santa Cruz

15h45 – Visita à Capela São Sebastião e Nossa Senhora das Graças, Rua Projetada Isabel, 28 – Bairro Alexandrino, em Santa Cruz

16h30 – Visita à Capela São Sebastião, Rua Projetada, s/n, em Santa Cruz

9º dia

15 de janeiro – segunda-feira

9h – Visita à Capela São Sebastião, Morro da Cachoeira Grande, em Lins de Vasconcelos

10h – Visita à Capela São Sebastião, Rua Vaz de Toledo, no Cachambi

11h – Visita à Paróquia São Sebastião, Rua Paranapanema, s/n, em Olaria

12h – Visita à Paróquia São Sebastião, Rua Parimá, 58, em Parada de Lucas – (almoço)

15h – Visita à Capela São Sebastião, Estrada do Sertão, 563, na Freguesia

16h20 – Visita à Capela São Sebastião, Estrada do Boiúna, 255, Loteamento São Sebastião, na Taquara

18h30 – Missa na Paróquia S. Sebastião, Estrada dos Bandeirantes, 24.264, em Vargem Grande.

10º dia

16 de janeiro – terça-feira

8h – Visita à Capela São Sebastião, Rua Junquilhos, 180, no Morro do Salgueiro

9h – Visita à Casa Geriátrica São Sebastião, Rua São Miguel, na Usina

9h30 – Visita à Capela São Sebastião, no prédio da associação dos moradores, comunidade Casa Branca

10h – Visita à Capela de São Sebastião, Chácara do Céu, no Morro do Borel

11h – Missa no Hospital São Francisco de Assis, na Tijuca

12h – Visita ao Hospital São Francisco de Assis, na Tijuca – (almoço)

14h30 – Visita ao Hospital São Vicente – Medalha Milagrosa

15h30 – Visita ao Hospital da PMERJ

16h30 – Visita à sede do Batalhão de Choque – BPCHOQUE

17h30 – Visita à Capela São José, na Vila Mimosa

11º dia

17 de janeiro – quarta-feira

8h30 – Visita ao Educandário Santo Expedito, (Degase), em Bangu

9h30 – Visita ao Hospital Sanatório Penal, em Bangu

11h – Visita à Capela São Sebastião, Rua da Cooperativa, lote 25 e 27 – conjunto Sociólogo Bentinho, em Vila Kennedy

12h – Visita à Comunidade Maranatha (Feminina), em Vila Kennedy

13h – Visita às Irmãs Calcutinas, no terreno da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Realengo

13h30 – Visita na Paróquia Nossa Senhora da Conceição – (almoço)

15h30 – Terço na Capela São Sebastião, Fumacê, em Realengo

17h30 – Chegada na Paróquia Nossa Senhora de Fátima e São João de Deus, Jardim Novo, em Realengo

18h – Missa na Paróquia Nossa Senhora de Fátima e São João de Deus – Jardim Novo, em Realengo

12º dia

18 de janeiro – quinta-feira

9h – Visita ao Hospital Marcílio Dias

11h – Visita ao QG CBMERJ

12h – Visita à Prefeitura e Centro de Operações

12h45 – Visita ao Banco da Providência e à Cáritas

13h20 – Visita na Catedral – (almoço)

15h30 – Visita ao QG da PMERJ

16h30 – Visita à Secretaria de Segurança Pública

17h30 – Missa – Paróquia de Sant’Ana, Praça Cardeal Dom Sebastião Leme, 11

13º dia

19 de janeiro – sexta-feira

7h30 – Missa Casa do Padre

9h – Visita ao Hospital dos Bombeiros Aristarcho Pessoa, Avenida Paulo de Frontin, 876, no Rio Comprido

10h30 – Chegada no Santuário São Judas Tadeu (Trem do Corcovado)

12h – Cristo Redentor – Ângelus – Encerramento da Trezena e coletiva sobre a procissão de São Sebastião com Dom Orani.

Leia mais